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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Vamos acabar com o genocídio no Darfur!



Recebemos e divulgamos o seguinte apelo da organização-não-governamental internacional Avaaz, convidando tod@s a contribuirem para para acabar com o genocídio no Darfur.


Essa semana a Tribunal Penal Internacional (TPI) indiciou o Presidente do Sudão Omar Al Bashir por genocídio. Ele é acusado da morte de centenas de milhares de pessoas no Sudão na região de Darfur e encurralando as mulheres e meninas sobreviventes em campos de concentração horríficos onde, longe dos olhos do mundo, elas são estupradas sistematicamente até o seu povo ser completamente destruído.


O regime do Al Bashir está agora ameaçando aterrorizar ainda mais o povo de Darfur e a missão de paz da ONU. Só há uma chance de prender Al Bashir, se governos, principalmente africanos e árabes, concordarem em ajudar o Tribunal Penal Internacional a prender o Al Bashir.


Somente a prisão de Al Bashir pode garantir que o terror nos campos de estupro de Darfur acabe. Muitos dos países vizinhos do Sudão são países muçulmanos onde o estupro é um crime inaceitável. A Avaaz está lançando uma campanha de mídia na região, pedindo apoio dos governos para o Tribunal Penal Internacional. Um anúncio de página inteira em um jornal no Egito por exemplo custa 3.000 Euros, portanto se conseguirmos 50.000 Euros poderemos espalhar nossa mensagem por toda a região. Clique para ver a campanha:


www.avaaz.org/po/save_darfur

Muitas pessoas da comunidade internacional estão preocupados que o indiciamento do Al Bashir irá comprometer o processo de paz em Darfur. Essas preocupações são somente uma desculpa daqueles que negociam petróleo e armamentos com o Sudão. Há ainda aqueles que tem a preocupação legítima sobre a segurança no país, temendo uma retaliação do governo, mas as vítimas de Darfur concordariam que trazer justiça para Al Bashir é mais importante. Eles viram o Al Bashir quebrar todos os acordos que ele assinou nos últimos 20 anos e que não haverá paz enquanto um genocída tiver o poder de cometer seus crimes novamente.

O Tribunal Penal Internacional simboliza um passo gigante para a garantia dos direitos humanos, pois tem o poder de indiciar qualquer pessoa que cometer crimes contra a humanidade. Seu procurador-chefe Luis Moreno Ocampo é argentino e tem juízes do Brasil, Latvia e Gana. Essa é a primeira vez que o ICC indiciou um chefe de estado, servindo de exemplo para outros criminosos em massa. Precisamos apoiar essa importante iniciativa do TPI para que o mundo veja que a justiça pode chegar até nos conflitos mais sangrentos da África. Darfur precisa de nós, apóie a campanha:

www.avaaz.org/po/save_darfur

Com esperança,

Ricken, Mark, Graziela, Pascal, Paul, Veronique, Iain e Ben – e toda a equipe Avaaz

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

EM PROL DA MÃE TERRA

Apoia o movimento para ampliar a competência do Tribunal Penal Internacional aos crimes ambientais!

A Academia Internacional de Ciências Ambientais, uma associação presidida pelo Prêmio Nobel da Paz argentino Adolfo Pérez Esquivel e que conta, entre seus integrantes, com S. S. o Dalai Lama, está articulando um movimento global a favor da inclusão dos crimes ambientais entre as competências do Tribunal Penal Internacional da Haia, na Holanda, que julga crimes contra a humanidade.

Deste jeito, a corte internacional estaria habilitada para julgar e punir os responsáveis de desastres ambientais como Chernobyl, Bhopal, Texaco e outros e ter mais chances de evitar que a violência do ser humano contra a Mãe Terra, como a produção de gases que incrementam o efeito estufa através - por exemplo – do desmatamento selvagem, fiquem (e continuem se sentindo) impunes. Da mesma forma, as empresas multinacionais que cometerem crimes ambientais intencionais poderiam ser julgadas por crimes contra a humanidade.

Para apoiar a iniciativa, elaborou-se uma Carta que pode ser assinada por todas as pessoas e as organizações interessadas. A Rede Brasileira de Budistas Engajados assinou e convida tod@s os leitores deste blog a fazerem o mesmo.


Clique aqui e assine a Carta da Academia Internacional de Ciências Ambientais aos Estados signatário do Estatuto do Tribunal Penal Internacional para ampliar as competências deste último aos crimes ambientais.

Para ler a Carta em espanhol, clique aqui.

Para ler a Carta em inglês, clique aqui