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domingo, 9 de dezembro de 2007

Para reaprender a lutar pela vida


Entrevista a
Amália Souza por Graciela Selaimen*

Amália Souza trabalha com ONGs há mais de vinte anos. Atualmente, lida mais especificamente com organizações ambientalistas. Ela conhece bem os sentimentos que mobilizam quem se dedica a melhorar a qualidade de vida no planeta, pelos mais diversos meios e linhas de ação. E está disposta a ajudar a resgatar em todas as pessoas que trabalham para mudar o mundo para melhor (e também aquelas que têm o desejo de fazê-lo) o sentido da ecologia profunda – através da qual podemos lidar melhor com os sentimentos de frustração, raiva, medo e dor que a expoliação desmedida do planeta desperta em todos nós.

Para isso, Amália trouxe para o Brasil os “Exercícios da Re-Conexão” - práticas desenvolvidas pelas pesquisadoras Joanna Macy e Molly Young Brown, que estão descritas no livro Nossa vida como Gaia – práticas para reconectar nossas vidas e nosso mundo. Disseminadora do trabalho de Joanna e Molly no Brasil, Amália realiza palestras e workshops, além de ter trabalhado para a tradução do livro e sua publicação. Nesta entrevista, ela explica de que se trata o trabalho de reconexão e fala sobre a importância de resgatarmos a nós mesmos, numa transformação individual e coletiva em direção a uma “Sociedade de Sustentação da Vida”.

* Fonte: Rets - Revista do Terceiro Setor


Clique aqui e leia a entrevista na íntegra


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domingo, 22 de julho de 2007

Práticas Espirituais para Ativistas Sociais


Por Joanna Macy, 1985 - Segunda Parte

A Grande Bola de Mérito

A compaixão, que é dor pela dor alheia, é só uma cara da moeda. A outra cara é a alegria com a alegria alheia – o que no Budismo é chamado de mudita.

(...)

Aprendendo a olhar-nos uns aos outros

Este exercício deriva da prática budista das Brahma-viharas, também cohecida como as Quatro Moradas do Buda, que são a bondade amorosa, a compaixão, a alegria pela alegria dos outros e a equanimidade. Adaptada para ser usada de forma interativa em um contexto social, ajuda a ver-nos uns aos outros mais verdadeiramente e a experienciar as profundezas das nossas interconexões.

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sábado, 21 de julho de 2007

Práticas Espirituais para Ativistas Sociais


Por Joanna Macy, 1985 - Primeira Parte

Para curar as nossas sociedades, as nossas psiques precisam curar-se também. Assombrados pelas desesperadas exigências do nosso tempo e esmagados por mais compromissos dos que podemos facilmente levar adiante, talvez possamos nos perguntar onde encontrar tempo e energias para disciplinas espirituais. Poucos de nós sentem-se livres para ir a claustros ou almofadas de meditação em busca de uma transformação pessoal.

Não precisamos afastar-nos do mundo ou passar longas horas em oração ou meditação solitárias para começarmos a despertar para o poder espiritual que está em nós. As atividades e encontros da nossa vida diária podem servir como ocasiões para este tipo de descoberta. Gostaria de compartilhar cinco exercícios simples que podem ajudar nisto.

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