Espaço de diálogo, debate, articulação, divulgação de atividades, troca de informações e de experiências entre organizações, comunidades e praticantes individuais de qualquer escola do Dharma que realizam atividades de promoção dos direitos humanos, a justiça social, a paz, o respeito ao meio ambiente e a harmonia entre todos os seres em qualquer parte do Brasil
Representação de Kwan Yin, a Bodhisattva da Grande Compaixão
No último dia 14 de abril, por ocasião da visita do presidente chinês Hu Jintao ao Brasil, o Movimento Tibete Livre - Brasil (representando a ONG inglesa Free Tibet Campaign) realizou um protesto pacífico em frente ao Consulado Geral da China, no bairro de Botafogo, cidade do Rio de Janeiro. O protesto foi encabeçado pelo Coordenador Geral do movimento, o músico e jornalista Paulo Stekel.
O objetivo do protesto foi mostrar ao governo chinês o descontentamento do Brasil com a privação de liberdade no Tibete ocupado e o descaso com os direitos humanos naquela região e em toda a China.
Concomitantemente, em Brasília, nossa coordenadoria para o DF, através do coordenador distrital, Prof. Marcelo Walsh, dezenas de cartas foram protocoladas às autoridades brasileiras: Presidente Lula, Ministros, STF, Deputados, etc. [ver postagem no blogue do movimento com o conteúdo das cartas.]
Apesar da presença de poucos manifestantes, o consulado pareceu incomodar-se, pois a polícia foi chamada e ficou até o final. Afinal, a Associated Press estava lá! De nossa parte, apenas pedimos pela liberdade do Tibete e cantamos o mantra "Om mani peme hung" (pronúncia tibetana do mantra em sânscrito "om mani padme hum"), que é o mantra de Chenrezig, o patrono do Tibete.
(Nota: Música e vídeo de Paulo Stekel. A música foi feita por Paulo Stekel para ser um apoio ao trabalho da ONG Free Tibet Campaign – Londres – e do movimento Tibete Livre Brasil, que a representa por aqui. A música é pública e pode ser utilizada de modo não-comercial por qualquer ONG, ativista, blogueiro ou simpatizante da causa tibetana, como forma de aumentar a conscientização quanto ao sofrimento do povo do Tibete. Fotos do vídeo cedidas por Free Tibet Campaign, Pedro Saraiva, Falsalama, Phil Kirk e Paulo Stekel.)
“Uma nova era dourada para o Tibete”. Uma trilha sonora para a liberdade tibetana... por Paulo Stekel.
Neste vídeo, Paulo Stekel, músico, jornalista e coordenador geral do movimento Tibete Livre Brasil, apresenta a música “A new golden age for Tibet”, sintonizada para ajudar na luta em prol da liberdade do povo tibetano.
A música é de uso público e pode ser utilizada não-comercialmente por todas as ONGs de ajuda à causa tibetana pelo mundo, bem como por jornalistas, blogueiros e demais apoiadores do movimento Free Tibet em todo o planeta.
Abaixo, a tradução do texto em inglês que aparece no vídeo:
“O Tibete era um antigo país do tamanho da Europa Ocidental, quando foi invadido pelo Exército Popular de Libertação da China, em 1950. Um lugar com uma cultura, história e identidade únicas, o Tibete tem mudado dramaticamente devido à invasão e ocupação chinesa. Não só muitos tibetanos têm perdido sua vida, como os tibetanos no Tibete não gozam dos direitos humanos básicos, e as autoridades chinesas introduziram políticas pelas quais a cultura, a linguagem e os recursos naturais tibetanos estão a ser sistematicamente e irrevogavelmente erodidos. Exércitos contra monges ... Existe alguma chance para um Tibete Livre? A esperança nunca morrerá no coração compassivo tibetano... Acesse Free Tibet: www.freetibet.org É possível paz, direitos humanos e liberdade no Tibete? Sim, é possível, se você aderir a esta causa agora... Então, diga ao governo chinês: Pare as execuções! Pare com a tortura no Tibete! Liberdade para os presos políticos! Salve a língua, a cultura e a religião tibetana! Tanto a música quanto o vídeo são a contribuição de Paulo Stekel para a liberdade no Tibete. Divulgue esta causa!”
Por Joanna Macy, 1985 - Segunda Parte A Grande Bola de Mérito
A compaixão, que é dor pela dor alheia, é só uma cara da moeda. A outra cara é a alegria com a alegria alheia – o que no Budismo é chamado de mudita.
(...)
Aprendendo a olhar-nos uns aos outros
Este exercício deriva da prática budista das Brahma-viharas, também cohecida como as Quatro Moradas do Buda, que são a bondade amorosa, a compaixão, a alegria pela alegria dos outros e a equanimidade. Adaptada para ser usada de forma interativa em um contexto social, ajuda a ver-nos uns aos outros mais verdadeiramente e a experienciar as profundezas das nossas interconexões.
Continua... (Clique aqui e leia o texto na íntegra).
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Para curar as nossas sociedades, as nossas psiques precisam curar-se também. Assombrados pelas desesperadas exigências do nosso tempo e esmagados por mais compromissos dos que podemos facilmente levar adiante, talvez possamos nos perguntar onde encontrar tempo e energias para disciplinas espirituais. Poucos de nós sentem-se livres para ir a claustros ou almofadas de meditação em busca de uma transformação pessoal.
Não precisamos afastar-nos do mundo ou passar longas horas em oração ou meditação solitárias para começarmos a despertar para o poder espiritual que está em nós. As atividades e encontros da nossa vida diária podem servir como ocasiões para este tipo de descoberta. Gostaria de compartilhar cinco exercícios simples que podem ajudar nisto.
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