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terça-feira, 17 de junho de 2008

Relato de Thich Nhât Hanh sobre seu retorno ao Vietnã


Por Thich Nhât Hanh (Thây)


Recentemente eu tive a experiência de ver o poder de um despertar coletivo quando eu voltei ao Vietnã com uma grande Sangha depois de quase quarenta anos de exílio. Eu vim para o ocidente com quarenta anos. Foi em 1966 quando eu fui aos Estados Unidos pedir o fim dos bombardeios. Os Estados Unidos tinham meio milhão de soldados no Vietnã. No final da guerra, mais de cinqüenta mil deles tinham sido mortos ou perdidos. Muitos milhões de civis vietnamitas morreram durante a guerra. A terra, florestas e água foram poluídas, destruídas por venenos químicos. Naquele tempo, eu já era um conhecido professor e escritor no meu país. Eu desejava ficar nos Estados Unidos por três meses, viajar pelo país e falar sobre a necessidade de parar a luta. Mas depois de três meses, soube que o governo do Vietnã não me queria de volta porque eu tinha ousado pedir por paz.


Continua... Clique aqui e leia o texto na íntegra


Fonte: Sangha Virtual Thich Nhât Hanh Brasil

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Contribuições budistas para a construção de uma sociedade justa, democrática e civil


No recente retiro realizado no Vietnã, em maio desse ano, Thich Nhât Hanh (Thây) falou em um evento promovido pelas Nações Unidas sobre as contribuições budistas para a construção de uma sociedade justa, democrática e civil. O texto foi trazido e traduzido por Denise Kato da Sangha Plena Consciência de São Paulo, que participou do evento, e publicado originariamente no blog da Sangha Virtual de Thich Nhât Hanh no Brasil.


Clique aqui e leia o texto na íntegra.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Solidariedade às vítimas do terremoto na China


Divulgamos - traduzida ao portugu
ês - a seguinte mensagem de solidariedade às vítimas do terremoto que abalou a Província do Sichuan na China, emitida por uma das maiores ONG budistas internacionais.


O terremoto de magnitude 7.9 na Província do Sichuan, no sudoeste da China, é outro golpe natural para os povos da Ásia. Desde 13 de maio, mais de 15.000 mortes foram confirmadas, mas dada a escala da destruição - o desabamento de escolas, fábricas, hospitais e condom
ínios de apartamentos, o aparente desaparecimento de inteiras aldeias no meio rural - o número de vidas perdidas irá certamente aumentar muito.

O Buddhist Peace Fellowship envia seus pésames às vítimas e às famílias de todos os desaparecidos pela terrível pot
ência dos abalos. Há ainda esperança de que mais alguns milhares possam ser resgatados vivos desde os escombros. Enviamos nossas orações e oferecemos o mérito da nossa meditação para os sobreviventes.

Às vezes as pessoas têm uma noção errada de que tremores de terra e inundações seriam misteriosas expressões de karma coletivo. Alguns desastres naturais podem muito bem ser desencadeados pela atividade humana. Os recentes aumentos do número e da gravidade das tempestades tropicais podem ser associados às alterações climáticas resultantes da nossa utilização de combustíveis fósseis. Mas no mundo em que vivemos há outras causas que não o karma. Ao olhar para o karma e pensar sobre eventos como este sisma e o ciclone Nargis na Birmânia, o mais importante é saber como vamos reagir. Podem o povo, o governo, a comunidade internacional e nós, nós mesmos, reagir rapidamente, generosamente e compassivamente?

Se deseja fazer uma oferta financeira para as vítimas do terremoto no Sichuan, doações on-line confiáveis podem ser feitas através da Cruz Vermelha de Hong Kong: www.redcross.org.hk ou também indo para www.us.tzuchi.org.


Fonte: Buddhist Peace Fellowship

domingo, 6 de abril de 2008

Petição para as Nações Unidas


Convidamos tod@s a clicarem no link abaixo e assinarem a Carta pela Libertação e o Fim da Violência no Tibete:


http://www.petitiononline.com/tibete01/petition.html


No Dharma,


Rede Brasileira de Budistas Engajados


quinta-feira, 13 de março de 2008

A Paz Começa Aqui - Terceira Parte


Palestinos e israelenses escutando-se uns aos outros


Por
Thich Nhât Hanh*

Nós temos nosso próprio território de paz dentro de nós, que é composto de cinco reinos - nosso corpo, nossos sentimentos, nossas percepções, formações mentais e consciência. Temos que trazer paz ao nosso corpo e remover seus conflitos, tensão e dor. Existem também muitas tempestades, aflições e dor no reino de nossas emoções. Temos que aprender a trazer a paz para esse território de sentimentos e emoções.

Quando eu olho para a minha caneta, eu tenho uma percepção dela. Se minha percepção corresponde fa realidade da caneta ou não é uma questão real - por que vivemos com muitas percepções errôneas. Acreditamos que somos os únicos a sofrer, que os outros estão nos fazendo sofrer e que eles não sofrem de jeito nenhum. Este é um tipo de percepção errônea. Se acharmos tempo para inspirar e expirar e encontrar a paz em nós mesmos, poderemos ver que as outras pessoas também sofrem enormemente, assim como nós, e precisam ser ajudadas, não punidas. Por isso a paz não poderá ser possível sem a remoção dos elementos de percepção. Quando nossas percepções nascem da raiva e do medo, elas não podem ser chamadas de percepções corretas. Por sua vez, nossas percepções erradas dão origem ao medo, à raiva e ao desespero, que podem nos levar a cometer atos de violência, punição e morte. Por causa disso, é muito importante praticar a meditação sentada e andando, para podermos trazer paz aao reino das nossas percepções e remover os elementos errôneos.

Continua... (Para ler o texto na íntegra, clique aqui)

* Trecho do livro Peace Begins Here: Palestinians and Israelis Listening to Each Other, publicado pela Parallax Press.


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domingo, 23 de dezembro de 2007

Mensagem de Natal e Ano Novo


Por falar a verdade, não sou muito chegado a mensagens “de ocasião”. Não desdenho, porém, nenhuma oportunidade de parar por um instante e tocar profundamente os pensamentos e sensações que épocas como esta trazem à minha consciência mental.

Pois bem, num mundo em que o desmatamento selvagem e a queima de combustíveis fósseis, realizados para sustentar o teor de vida de gente como nós, estão desertificando terras, derretendo geleiras, aumentando o nível dos oceanos, acabando com inteiras espécies, produzindo cada vez mais desastres naturais de proporções bíblicas, multiplicando a fome, a miséria, as doenças e gerando legiões de excluídos... num mundo em que recursos essenciais para a vida de todas as espécies, como a água, são cada vez mais escassos; em que para sustentar nosso desejo de comida rápida e sempre disponível extensões imensas de terra são subtraidas às florestas, os nossos pulmões fora do corpo, e a cultivos que poderiam contribuir a erradicar a fome de milhões de pessoas (a maioria crianças); em que para engrossar os lucros da agroindústria, que sustenta nossos níveis de consumo, cada vez mais hectares de terra são estuprados por cultivos transgênicos... num mundo em que se contaminam rios, se destroem lençóis freáticos, se polui o ar e muito, muito mais para alimentar os nossos estilos de vida atuais... num mundo como este, lembrar-se que a pessoa que está sendo comemorada nestes dias (independentemente das crenças de cada um) nasceu numa cocheira miserável e viveu a vida inteira na simplicidade deve dizer-nos alguma coisa.

Façamos com que a vida de Cristo - que é a única coisa que torna reais os seus ensinamentos - seja um “sino de despertar” para tod@s: ao observar o exemplo dele, toquemos as sementes positivas presentes em nós e tomemos consciência do que realmente precisamos para viver, descartando o supérfluo. Esqueçamos as vitrines coloridas e as luzes deslumbrantes dos shopping centers... Façamos com que o Natal seja uma ocasião – apenas mais uma! - para voltarmos à nós mesmos, transformar o nosso dia a dia e, assim, contribuir a espalhar paz, não-violência e respeito pela vida no nosso mundo.

O Natal converteu-se num símbolo mundial de consumo. Torço para que o seu significado originário (independentemente de sermos ou não cristãos) possa despertar em alguém a semente da plena consciência.

Um grande abraço a tod@s, um belíssimo Natal e um maravilhoso 2008... Que cada dia, cada hora, cada segundo deste ano novinho em folha que está se aproximando seja uma esplêndida oportunidade de viverem plenamente, sentirem-se livres, residirem na paz e cultivar a compreensão e o amor!

Com carinho,

Antonino Condorelli - Idealizador da Rede Brasileira de Budistas Engajados

terça-feira, 16 de outubro de 2007

BIRMÂNIA LIVRE! – AÇÃO DIRETA

Clique aqui e aja diretamente em apoio à luta democrática e não-violenta dos monges e monjas da Birmânia

Envie um e-mail ao Secretário Geral da ONU pedindo medidas para pôr fim às brutalidades contra os presos políticos birmaneses

Os militares de Mianmar, a antiga Birmânia, continuam prendendo, torturando, sequestrando ilegalmente, assassinando e fazendo desaparecer quem participa das demonstrações pacíficas em prol da democracia no país.

Clique aqui e envia um e-mail ao Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, pressionando para medidas mais concretas para assegurar o fim do brutal tratamento dado aos presos birmaneses. Aja já!


Para acompanhar os acontecimentos de Mianmar em português, clique aqui.

Para um resumo dos antecedentes das notícias mais recentes, clique aqui.

Leia a Declaração de Suporte à luta democrática birmanesa do Colegiado Buddhista Brasileiro (CBB)

Para acompanhar os acontecimentos de Mianmar em inglês ou em birmanês:

Mizzima News (Site da oposição birmanesa no exílio, em inglês)

Burma Watch (Organização de suporte ao movimento democrático, em inglês)

Associação de Ajuda aos Prisioneiros Políticos (Assistance Association for Political Prisoners, AAPP) - Site em inglês

Ko Htike’s Prosaic Collection (Blog em inglês e birmanês)

Myochit Myanmar (Blog em inglês e birmanês)

Mr. Jade (Blog em inglês e birmanês)

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Entrevista à Monja Coen: “A vida em harmonia com a própria vida”

Por Paulo Stekel

Monja Coen Sensei é missionária oficial da tradição Soto Shu - Zen Budismo, com sede no Japão, e é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001. Foi ordenada monja em 1983, quando foi para o Japão, lá permanecendo por 12 anos, sendo 8 dos primeiros anos no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.

Retornou ao Brasil em 1995, e liderou as atividades no Templo Busshinji (São Paulo), sede da tradição Soto Shu para a América do Sul, durante seis anos. Foi, em 1997, a primeira mulher e primeira pessoa de origem não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, por um ano.

Participa de encontros educacionais, interreligiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos, com o objetivo de divulgação do princípio da não-violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.

Continua... (Clique aqui para ler a entrevista na íntegra)


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quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A Paz Começa Aqui


Palestinos e israelenses escutando-se uns aos outros


Por Thich Nhât Hanh*

Eu vivi durante duas guerras do Vietnã e sei o que é a guerra - você nunca sabe se estará vivo esta tarde ou à noite. Existe medo, raiva e desespero. Se você não conseguir lidar com essas coisas, não conseguirá sobreviver. É por isso que a nossa prática é fazer um pic-nic aqui e agora, sem esperar. É possível para os israelenses e palestinos fazerem um pic-nic para que todos possam aproveitar cada momento? Acho que sim.

O pic-nic pode estar acontecendo agora mesmo, neste exato momento. Uma bomba pode explodir hoje, mas, mesmo assim, faremos nosso pic-nic. Estamos todos juntos sentados aqui. Não há nada a fazer. Apenas sentir o prazer de estarmos sentados, sem preocupação - por que sentar-se é um prazer. Ouvir alguém falar também é um prazer. Não precisamos aprender nada, passar em nenhuma prova ou ter diploma. Apenas sentamos e aproveitamos a inspiração e a expiração, ouvindo alguém falando sobe paz. Não é minha intenção dar a ninguém idéias sobre a paz; vocês já estão cheios de idéias. Nossa intenção é sermos paz, aqui, nesse presente instante.

Continua...



Para ler a primeira parte do texto na
íntegra, clique aqui.

Para ler a segunda parte do texto na
íntegra, clique aqui.

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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

APOIO À LUTA BIRMANESA

Clique aqui e aja diretamente em apoio à luta democrática e não-violenta dos monges e monjas da Birmânia

Declaração de Suporte a Myanmar do Colegiado Buddhista Brasileiro (CBB)

Amigos e Irmãos no Dharma,

É com grande preocupação que o Colegiado Buddhista Brasileiro vem a público comentar as ações que se desenrolam nos últimos dias na antiga Birmânia, atual Myanmar, onde milhares de monges e monjas buddhistas fazem um protesto pacífico contra a junta militar que governa o país.

Segundo fontes da imprensa os monges tomaram as ruas da capital Yangon e de outras cidades, entoando Sutras, dentre eles o Metta Sutta que exalta o amor e a compaixão dos seres humanos. O que começou com algumas dúzias de manifestantes tornou-se uma das maiores manifestações naquele país, contudo, com uma característica ímpar: imbuídos de extrema compaixão, os monges estão pedindo para a população leiga que não os acompanhe, nem façam qualquer movimento contra o governo, para que tais leigos não sofram represárias do governo.

Soubemos por fontes da imprensa que a repressão do governo se iniciou hoje, em ações violentas contras os monges, sendo que os seis principais templos da capital birmanesa foram cercados por forças fiéis ao governo e vários monges foram presos e espancados.

O CBB apela a todos os buddhistas e simpatizantes de nossa religião e mesmo aos membros de todas as outras denominações religiosas que apóiem de alguma forma esses corajosos representantes do Dharma que puxaram para si a responsabilidade de protestar contra as atrocidades do governo para com a população. Esse apoio pode ser feito de várias maneiras, desde intervenções juntos aos poderes nacionais e internacionais até a simples e necessária oração para o povo birmanês, seus governantes e nossos irmãos monges, para que a questão seja resolvida pelas vias não-violentas como pregou, Sidharta Gautama, o Buddha.

Mesmo nesse momento de grande pressão e opressão, os monges birmaneses seguem fiéis aos ensinamentos do Tathagata, elevando sua compaixão e altruísmo às últimas conseqüências, que esperamos serem as mais serenas possíveis por parte do governo birmanês. Vamos aguardar o desenrolar das ações, mas pedimos a todos que não se abstenham, nem virem seus rostos para longe, pois as vidas desses monges dependem da pressão internacional e para provocar essa pressão precisamos nos manifestar, seja por emails às embaixadas americanas, thailandesas, chinesas, russas e européias, bem como, para o Itamaraty e veículos da imprensa.

O CBB possui em seu quadro de diretores e em seu conselho consultivo, representantes do Buddhismo Theravada que através de seus contatos na Ásia tentarão nos manter informados do desenrolar dos acontecimentos.

Sarva Mangalam!

Metta, Omitofo, Tashi Delek, Namo Amida Butsu, Gassho...

Mauricio Ghigonetto (Shaku Hondaku)
Presidente CBB

Demais Diretores-Fundadores
Rev. Monge Wagner Bronzeri (Shaku Haku-Shin)
Rev. Monge Meihô Genshô
Prof. Ricardo Sasaki (Dhanapala)
Prof. Claudio Miklos (Tam Huyen Van)

Membros do Conselho
Rev. Monja Coen
Rev. Monja Sinceridade
Rev. Prof. Ricardo Mário Gonçalves
Rev. Monge Gustavo Correia Pinto
Ven. Dr. Uttaranyana Sayadaw
Rev. Heila Downey Ji Do Poep Sa Nim
Rev. Monge Rinchen Khyenrab Thupten Nyima
Lama Chagdud Khadro

Fonte: Colegiado Budista Brasileiro (CBB)


Para acompanhar os acontecimentos de Mianmar em português, clique aqui.

Para um resumo dos antecedentes das notícias mais recentes, clique aqui.

Para acompanhar os acontecimentos de Mianmar em inglês ou em birmanês:

Mizzima News (Site da oposição birmanesa no exílio, em inglês)

Ko Htike’s Prosaic Collection (Blog em inglês e birmanês)

Myochit Myanmar (Blog em inglês e birmanês)

Mr. Jade (Blog em inglês e birmanês)

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

AÇÃO DIRETA

O que você pode fazer para apoiar o protesto dos monges da Birmânia

Envie esta carta de Anistia Internacional ao Ministro das Relações Exteriores birmanês exigindo a libertação dos presos políticos.

Preencha este formulário e sua mensagem será enviada à Embaixada de Portugal em Londres. Portugal atualmente ocupa o cargo de presidência da União Européia.

Proteste contra a China, o maior e quase único país que sustenta financeiramente a ditadura birmanesa.

Escreva diretamente para o presidente da Birmânia, pedindo pela libertação de Aung San Suu Kyi.

Assine a petição da Avaaz.org ao Presidente chinês Hu Jintao e ao Conselho de Segurança da ONU para que se oponham a qualquer repressão violenta aos manifestantes.

Copie a seguinte mensagem:

A Petition Campaign for Buddhist Solidarity with the Monks and Nuns of Burma

"Love and kindness must win over everything"

We, the Buddhists of the world, implore the State Peace and Development Council (SPDC, the official name of the military regime of Burma (Myanmar) to refrain from taking any actions that:

  1. Physically harm the Buddhist monks and nuns participating in the protest marches currently taking place in major cities and towns in Burma
  2. Infiltrate the protesting groups by pretending to be monks and nuns (via having the head shaven and dressing in monks' robes) and then instigitating violence from within through such pretension
  3. Offer poisoned foods as alms (Dana)
  4. Arresting and beating up people or persons who offers food and water (dana) to the monks
  5. Arresting the protesting monks and treating them like criminals, such as catching the monks by lariats and ropes, tying them up with wires and strapping them onto electrical poles, slapping their cheeks, kicking them with military boots and hitting their heads with rifle butts.

We appeal to the members of the military regime to act in accordance with the sacred Buddha-Dharma, in the spirit of loving-kindness, compassion and non-violence.

We implore the millitary regime to accede to the wishes of the common people of Burma, to establish the conditions for the flowering of justice, democracy and liberty.

We wish to convey our admiration and support to the large number of Buddhists monks and fellow Dharma practitioners for advocating democracy and freedom in Burma, and would like to appeal to all freedom-loving people all over the world to support such non-violent movements.

We pray for the success of this peace movement and the early release of Nobel Peace Laureate Aung San Suu Kyi.

Thank you.
May the crisis currently engulfing Burma ends peacefully. May no beings - members of the Holy Sangha and lay people - be harmed.

Sabbe Satta Bhavantu Sukhitatha
May All being be Well and Happy

E a envie para os seguintes endereços de Embaixadas de Mianmar no mundo:

mecanberra@bigpond.com
meott@magma.ca
me-paris@wanadoo.fr
info@botschaft-myanmar.de
met@zap.att.ne.jp
myanmare@ppp.kornet.net
mekl@tm.net.my
emyanmar@vyberway.con.sg
memblondon@asl.com
thuriya@aol.com
myanmar@un.int
mebrsl@brnet.com.br

Ainda melhor, envie uma carta para as Embaixadas. Aqui seus endereços.

Fonte: Blog Folhas no Caminho


Para um resumo dos recentes acontecimentos em Mianmar, clique aqui.
Para acompanhar os acontecimentos de Mianmar em português, clique aqui.


Veja também: O Dalai Lama manifesta “total apoio” à luta dos monges de Mianmar

terça-feira, 22 de maio de 2007

O que é o Budismo Engajado?


Por Budismo Socialmente Engajado ou, simplesmente, Budismo Engajado entende-se o envolvimento ativo por parte dos praticantes budistas na sociedade e seus problemas, visando aliviar a dor dos outros, transformar as raízes que produzem injustiça e exploração e promover a paz, a igualdade, a solidariedade, os direitos humanos e a harmonia entre todos os seres.

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segunda-feira, 21 de maio de 2007

O que é a Rede Brasileira de Budistas Engajados?


Antes de mais nada, um estado de espírito. Uma energia coletiva de conscientização sobre a realidade do mundo e o país em que vivemos, uma onda de compaixão, amor verdadeiro e equanimidade para enfrentar a injustiça social, a exclusão, a exploração e a violência em todas as suas formas e manifestações.


O objetivo da rede é levar a energia de compaixão e amor do Budismo Engajado para a imensa legião de excluídos, explorados e sofredores do Brasil, como primeiro passo para o enraizamento dela na América Latina e para contribuir, de mãos dadas com todas as forças que integram o movimento brasileiro de direitos humanos, a transformar os corações e as mentes plantando e cultivando as sementes da paz, a igualdade, a solidariedade e a harmonia entre todos os seres, os únicos alicerces sobre os quais pode se sustentar uma sociedade realmente justa e democrática.

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